O diário de Anne Frank

O livro foi originado do diário de Anne Frank. Anne começou a escrever o diário com 13 anos, ainda em sua residência, depois de um tempo, em pleno Holocausto, foi obrigada a se mudar com a sua família para um sótão. O livro é escrito como diário mesmo, onde a pequena conta os conflitos e as inseguranças no período de guerra. Particularmente gosto bastante de livros que abordam o assunto Segunda Guerra Mundial, eles fazem pensar. O diário é bastante emocionante para quem consegue mergulhar na história que está sendo contada. A edição definitiva conta com fotos e textos inéditos (que foram cortados em memória de algumas pessoas nas primeiras publicações).

Título: O diário de Anne Frank
Autor: Anne Frank por Otto H. Frank e Mirjam Pressler
Editora: Record
Ano: 1947
Número de páginas: 349

Update: Agradeço o comentários de Roberto Copeti, que mostrou o outro lado da história: que ela não é tão verdadeira assim quando reza a capa do livro. Não vou postar o comentário na íntegra porque ele é muito extenso, mas é só dar um clique que é possível visualizar o texto.

A verdade explodiu em 1956, quando um desconhecido escritor judeu de nacionalidade norte-americana, chamado Meyer Levin, processou judicialmente Otto Frank, reclamando o pagamento dos direitos de autor do «Diário de Anne Frank». Ambos compareceram perante o juiz judeu Samuel L. Coleman que, após analisar demoradamente os detalhes do caso, condenou Otto Frank a pagar 50.000 dólares a Meyer Levin pelo seu trabalho – o “diário” de Anne Frank. Todo este processo se encontra arquivado no Condado de Nova York (New York Country Clerks Office) sob o número 2241 do ano de 1956. Os principais elementos processuais figuram no 141 New York Supplement 11, 170 da 2.ª série e 181 da 5.ª série. Otto Frank reconheceu-se culpado, mas apelou contra a avultada quantia da sentença. O assunto foi resolvido amigavelmente entre as partes interessadas, enquanto estava pendente esse recurso para o juiz Coleman. O caso foi encerrado e a sentença judicial, pronunciada por um juiz judeu, declarou: o verdadeiro autor do “diário” é Meyer Levin.

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8 respostas em “O diário de Anne Frank

  1. Infelizmente, o livro não passa de mais uma farsa…
    Para quem não conhece ainda a verdadeira história, aí vai:

    Publicado primeiramente em 1952, o Diário de Anne Frank se tornou um imediato best-seller; desde então tem sido republicado, com mais de 40 edições, e foi transformado num bem-sucedido filme de Hollywood. Apenas em royalties, Otto Frank, pai da garota, fez uma fortuna com a venda do livro, que teoricamente representa a tragédia da vida real de sua filha. Com seu apelo direto às emoções, o livro e o filme influenciaram literalmente milhões de pessoas, certamente mais através do mundo do que qualquer história de seu tipo. E apenas sete anos após sua primeira edição, a Suprema Corte de Nova York estabeleceu que o livro era uma fraude, um golpe de vigaristas em busca de dinheiro fácil!
    A obra teria sido escrita por uma menina judia de 12 anos – Anne Frank – quando a sua família se escondia na parte traseira de um prédio de Amesterdã, durante a II Guerra Mundial.
    Descobertos e enviados para um campo de concentração, Anne Frank morreu de tifo em Bergen-Belsen, com 14 anos e pouco antes de terminar a guerra.
    Depois do fim da guerra, o seu pai volta ao mesmo local e aí “descobre” os escritos íntimos de sua filha, escondidos entre as traves do telhado. Esta a versão oficial.
    O local onde a família de Anne Frank e outras quatro pessoas viveram para se esconder dos nazistas ficou conhecido como Anexo Secreto e tornou-se um famoso museu após a publicação do diário. Ali foi construída – após a guerra – um cenário com a reprodução das condições em que os moradores do Anexo Secreto viviam e ali é apresentada aos espectadores visitantes a história de seus oito habitantes e das pessoas que os ajudaram a se esconder durante a guerra. Um dos itens mostrados ao público é uma “réplica” do diário escrito por Anne, que viria a se tornar mundialmente famoso após sua morte, devido à iniciativa de seu pai, Otto, de publicá-lo. Hoje, é um dos mais famosos símbolos do Holocausto. Dos oito habitantes do Anexo, o único sobrevivente após a guerra foi Otto, pai de Anne. A única testemunha…
    Logo após a publicação do diário, rebentou em toda a Europa mais uma crise de histerismo anti-nazi.
    A rainha Juliana visitou o local, organizaram-se manifestações, os vários Ministérios da Educação recomendaram-no para as escolas, enfim, um tremendo êxito editorial que se refletiu nas constantes edições. Só em língua inglesa foram 40 edições e um filme. Juntando a isto as toneladas de propaganda, Otto Frank e os restantes judeus envolvidos no negócio tornaram-se rapidamente multimilionários.
    Mas também imediatamente foi posta em dúvida a sua autenticidade, só que, como de costume, a imprensa não divulgou convenientemente este fato, que pouco a pouco foi abafado.
    Segundo Otto Frank, a sua filha escreveu o diário às escondidas, sendo de notar que nunca nenhum dos ocupantes da casa a viu escrever nada, o que poderá ser considerado no mínimo muito estranho, em virtude das reduzidas dimensões do quarto.
    E parece que os alemães prestaram um mau serviço à ciência porque, afinal de contas, uma criança de 12 anos que escreve, na segunda página do seu diário, um ensaio filosófico sobre as razões ontológicas que a impulsionam a escrevê-lo, é no mínimo um futuro gênio com extraordinários dotes de adivinho.
    E que uma criança com 14 anos – confinada a um cubículo de onde só saiu para o campo de concentração e sem acesso a qualquer tipo de informação – além de relatar toda a história dos seus antepassados, tenha conhecimentos detalhados sobre as leis de Nuremberg e suas medidas anti-semitas (inclusive com número de decretos e nomes de dirigentes!) é realmente incrível…
    A verdade explodiu em 1956, quando um desconhecido escritor judeu de nacionalidade norte-americana, chamado Meyer Levin, processou judicialmente Otto Frank, reclamando o pagamento dos direitos de autor do «Diário de Anne Frank». Ambos compareceram perante o juiz judeu Samuel L. Coleman que, após analisar demoradamente os detalhes do caso, condenou Otto Frank a pagar 50.000 dólares a Meyer Levin pelo seu trabalho – o “diário” de Anne Frank.
    Todo este processo se encontra arquivado no Condado de Nova York (New York Country Clerks Office) sob o número 2241 do ano de 1956. Os principais elementos processuais figuram no 141 New York Supplement 11, 170 da 2.ª série e 181 da 5.ª série.
    Otto Frank reconheceu-se culpado, mas apelou contra a avultada quantia da sentença. O assunto foi resolvido amigavelmente entre as partes interessadas, enquanto estava pendente esse recurso para o juiz Coleman. O caso foi encerrado e a sentença judicial, pronunciada por um juiz judeu, declarou: o verdadeiro autor do “diário” é Meyer Levin.
    Dois alemães – Edgar Geiss e Ernst Roemer – também questionaram publicamente a autenticidade do citado “diário”. O Tribunal Distrital de Hamburgo encarregou a Oficina Criminal Alemã Federal para o exame dos textos, a fim de determinar cientificamente se estes foram realmente escritos entre 1941 e 1944, baseando-se na análise do papel e da tinta. Esta análise foi levada a cabo pelo professor Werner, em Abril de 1981. Os resultados mostraram, entre outras coisas, que as correções e os diversos comentários nas folhas foram feitos com tinta de esferográfica. Como as esferográficas só apareceram no mercado em 1951, era absolutamente impossível que o “diário” tivesse sido escrito antes disto.
    E também a perita judia em caligrafia Minna Becker declarou ao juiz que toda a escritura do diário – correções e comentários incluídos – pertencem à mesma mão: Meyer Levin.
    Na mesma ocasião, especialistas do American Council Letter atestaram que o “diário” não poderia ser fruto de uma mente adolescente, como já visto. E tudo desmoronou quando grafologistas e peritos do tribunal, além de apontarem as escandalosas inconsistências e diferenças de estilo e de grafia, ainda provaram cientificamente e de maneira cabal que várias passagens do “diário” haviam sido escritas com caneta esferográfica BIC, que só foi inventada vários anos depois da morte da menina – e somente comercializada após 1950!
    Estes resultados foram todos divulgados pela imprensa da época. Entre outros, pelos conceituados jornais de Washington, The Spotlight e pelo parisiense Le Monde, em 11 de Agosto de 1981.
    A conclusão final da Suprema Corte de Nova York: o “Diário de Anne Frank” é uma completa fraude.
    Foi escrito após a guerra pelo judeu norte-americano Meyer Levin, e mais tarde melhorado com uma nova contribuição de seu amigo Albert Cauvern, dramaturgo judeu que escrevia peças de teatro. É tão real quanto as comoventes histórias de Peter Pan, Alice no País das Maravilhas ou As Aventuras de Batman…
    Incrivelmente, mesmo após tudo isto, o suposto original do diário NUNCA foi publicado ou apresentado em juízo!
    A justificação de Otto Frank ao juiz para este fato foi que a sua filha criticava duramente a sua mãe e relatava as suas relações escabrosas com um amigo de 17 anos. Mas, instado pelo juiz, negou-se a apresentar as demais páginas, que não tratavam destes dois assuntos. Foi também obrigado a admitir que “para preencher algumas lacunas” contratou os serviços teatrais de Albert Cauvern.
    O mais chocante é que, passados tantos anos, continue oculta a verdade por aqueles que perpetuam esta e muitas outras mentiras, para proveito próprio. O pseudo “Diário de Anne Frank” já foi traduzido para mais de 60 línguas e mais de 30 milhões de exemplares foram vendidos para os incautos de plantão…

  2. Livro de ficção escrito anos depois do fim do holocausto, haja visto que o mesmo foi escrito com caneta esferográfica só inventeada na década de 50.

  3. Certo,o último comentario foi muuuuito ofensivo,OK???!!!

    Eu NÃO posso admitir isso,quero dizer,ONDE foi parar a compaixão,pelo menos,o respeito?!

    OK,o Diário de Anne Frank pode não ser real,mas A MENSAGEM DELE É REAL!E isso é muito importante,avaliem seus pensamentos,conceitos,e etc,por favor

  4. E mais…!
    EU sou apenas uma adolescente de 13 anos e tenho opinião formada,sensatez,eu penso muito mais do que 10 adultos tipicamente brasileiros juntos,possso redigir textos,postagens e discursos comoventes E ETC.
    Portanto,NÃO venha me dizer que uma adolescente não teria aquela mentalidade e tral capacidade mostrada no diário,POR FAVOR!

  5. Sou filha de judeu e minha famíia paterna é judia, adoro livros e filmes que abordam tal tema, não por achar interessante a história nazista, e sim por mostrar quão cruéis podem ser as pessoas. É importante que haja respeito e compaixão pelas pessoas… é uma pena que ideologias e atitudes nazistas existam até hoje, e me pergunto “Com que finalidade?”.
    Bom, ainda não li o livro da Anne Frank, mas estou à um bom tempo curiosa para ler! Vou procurar e quando ler posto aqui um comentário.
    P.s – Adoro passar aqui no seu blogger! ;)

  6. Esta claro que o livro é uma fraude, a finalidade dele é obvia; reafirmar os motivos da guerra e a legitimidade do confronto, o que é otimo, para que nunca esqueçamos que alguns insanos mataram outros de forma cruel porque tinham descendencia e crenças diferentes. Agora, é revoltante que se apresente um livro desses com status de Diario Real, e se utilizar isso em escolas, aceitar este livro como documento é dizer que todos podem ser educados por ficção. Star Wars para dizer como foi a corrida espacial??

    B.Bailey, Vc nasceu na era da informação em um seculo diferente de Anne Frank, vc tem acesso a televisão internet jornais, é obvio que vc tem mais capacidade de produção intelectual, se vc nao tivesse é que seria extremamente estranho.. ao aceitar o falso diario de anne frank vc dá um passo a se tornar um dos 10 brasileiros tipicos, que nao tem capacidade de analisar criticamente o que é senso comum.

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